quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Budismo



Aqui fica uma ideia geral do Budismo, que ao lê-la. me tocou numa parte qualquer da minha alma, fazendo sentido como uma cerveja ao fim da tarde,

O sofrimento (conflito e stress) advém da ligação às coisas (giving a fuck) e só pode ser aliviado se nos desligarmos delas (not giving a fuck)

Imaginem por um momento o que aconteceria se, por todo o mundo, toda a gente deixasse de se importar. Sem mais guerras sagrentas entre religiões, nenhum desejo por poder, sem mais pessoas a matar os outroa por dinheiro, sem mais ódio, sem mais fanatismos.
Se todos nós permancessemos em um constante estado de calma, era possível criar uma utopia. Raiva só existe porque as pessoas dão a si próprias uma razão para estarem enraivecidas. Essa é a ideia por detrás do Budismo.

No entanto, de volta ao mundo real, é fácil perceber que as utopias só servem para nos fazer sonhar à noite e não pensar nas dificuldades do dia seguinte. O que não quer dizer que não seja bom sonhar.

Mas como disse alguém de que eu não me recordo, "Apatia é morte" e a cada dia mata-nos mais um bocado.

terça-feira, 20 de novembro de 2007

A rapariguinha de 15 anos dentro de mim


Twilight... Crepúsculo...

Um livro de Stephenie Meyer que marca a minha existência.
Conheci este livro através de um outro blog entretanto extinto. O autor do blog tomou conhecimento do livro pela namorada, que lhe descreveu o livro com uma expressão de alegria estampada no rosto. E eu pensei... Porque não?

Este é um romance como tantos outros entre um rapaz e uma rapariga, sendo que esta última também é o narrador. Até aqui nada tem de especial este livro em relação a tantos outros, exceptuando o pequeno facto de que o rapaz na verdade é um Vampiro.
É neste romance mágico que se desenrola uma história de amor, acompanhada por elementos mágicos bem conhecidos da mitologia da ficção científica. A ideia do Vampiro neste romance é de uma fuga ao estereótipo retrato do vampiro sangrento e é-nos apresentado um vampiro "alternativo", um vampiro capaz de sentir bondade e paixão, um vampiro que resiste à sede de beber o sangue de humanos, um ser incrivelmente poderoso a viver uma aparente vida de humano.

A escrita da autora surpreendeu-me. Os espaços são descrevidos como quadros pintados por um pintor visionário. As emoções são descritas como doce gelado ao fim da tarde. A história é tão imersiva, que me vi na pele do personagem, na sua busca pela compreensão de um novo mundo que acabara de descobrir e nos sentimentos arrebatadores que sente pelo belo vampiro.
Senti-me alegre, contente, risonho, intrigado, surpreendido, depressivo e finalmente feliz. Ou não seja um romance sinónimo de happy ending.

A história de amor de Bella e Edward é o meu conselho para aqueles que têm um coração mole para uma bela história de amor.

Este é o primeiro livro da trilogia Luz e Escuridão.

Stephenie Meyer

terça-feira, 6 de novembro de 2007

Bule?

"Mais vale um pássaro na mão que dois a voar"

Conheci eu um senhor chamado Joaquim Perfeito. Depois conheci um senhor chamado António Serralheiro. E algures entre conhecer estes dois senhores conheci uma senhora chamada Josefina Osório

E então pus-me a pensar...
Qual será o impacto psicológico de um apelido?

Ao nascermos não pudemos decidir qual o nosso nome ou apelido. Está certo que no futuro o pudemos mudar mas.. a menos que estejamos no programa de testemunhas a fugir de um maníaco homicida que carrega nos "erres", em princípio aceitamos o legado que os nossos pais nos deram.

Alguns sobrevivem a primária e os 2º/3º ciclos porque têm um apelido normal, simpático e que não chama a atenção. Outros ficam com uma piada associada como um autocolante colado à sobrancelha, bastante difícil de sair. O que podem eles fazer? Ou serem definidos pelo apelido, perdendo por completo o 1º nome (ficando este apenas conhecido pelos pais e pelas professoras) ou aprender a brincar com o próprio apelido.
O Hugo Coelho passa a ser o Coelho.
O Fábio Gerardo passa a ser o Gerardo (ou o fininho >_>)
A Sónia Quaresma é chamada de cigana.
A Ágata Larssen é parente distante do jogador Sueco.
O Pacheco é pacheco (tá implícito)
err.. etc.

Claro que por muito que avancemos na vida, seja na universidade ou no trabalho.. estamos sempre na primária. A condição humana por muito que evolua, apega-se sempre ás suas memórias mais básicas de infância. Porque sim, somos sempre uns grandes putos.

Apesar de estarmos numa sociedade em que existem cada vez menos casamentos.. pensem aqui comigo...
Sendo o casamento a última meta (ou grau de intimidade) de um casal, será que os futuros noivos pensam nos apelidos?
Existem os casais que ficam com o apelido da mulher, mas verdade seja dita, é o apelido do homem que vigora em praticamente todos os casamentos e é em si que está o fardo de carregar o nome da família e a sua honra para a próxima geração.
E sendo assim ao conhecer uma Cíntia Cebola ou uma Mafalda Chambino ou uma Joana Batata não será um imediato turnoff (aka CTI)? Ou para as moças que conhecem um Nuno Monho, José Onofre ou um Amílcar Rabanadas, será que irão realmente querer perpetuar um apelido que as incomoda e o passar para o seu primogénito?
Será que o amor conquista tudo?

Meditem sobre este pedaço de pensamento crítico..

Queria ainda deixar um cumprimento aos nomes típicos de família portuguesa, aos Silva, aos Sá, aos Marques, aos Pinto, aos Nunes, aos Oliveira, aos Ramos, aos Rodrigues, aos Rocha, aos Gomes, aos Pais, aos Araújo, aos Lemos;

e a vós vos Saúdo, aos Coelho, aos Sardinha, aos Peçanha, aos Rebocho, aos Cebola, aos Chambino, aos Ferrão, aos Abrantes, aos Brasil, aos Mateus, aos Gerardo, aos Bule e a todos os outros.


Bibliografia Adicional- Wikipédia

PS: Companhia masculina disponível para a passagem de ano aqui

sábado, 27 de outubro de 2007

Almofada e Cobertores


Ia falar de sexo, mas lembrei-me de outra coisa.

Como muitos de vocês conhecem o meu quarto - na verdade quase ninguém, por alguma razão só conhecem o porta bagagens do meu carro... - sabem que ele.. é pequeno.

Invocar a imagem de uma caixa de fósforos combinada com os itens apreendidos nos armazéns da ASAE, não descreve com exactidão a variedade de lixo que habita o meu quarto.

Porque é que o meu quarto é lame?

Notem na imagem os lençois dos 101 dálmatas.. só se for pra levar a Lassie pra cama senão não me parece que vá ter muita acção...
O copo e garrafa de água, certamente prenúncios de uma incontinência, quem é que se aproxima de um adulto com fraldas? Ninguém!!

Um pequeno corredor é a única coisa que me "impede" de saltos encarpados pra cima da cama sempre que quero dormir.

Tenho uma estante cheia de folhas soltas, canecas, cakes de cds.. uma data de peluches, mais folhas, meias e cuecas, emblemas do meu traje.. caos total.

Para complementar, tenho 2 caixas atrás da porta, onde guardo ténis, tinteiros de impressora e uma bola de basquete. Porque estou eu a dizer isto?

Porque a minha mãe decidiu comprar um bengaleiro. Ora não chegava ja a bela da minha cadeira ainda vou meter um cabide no quarto, para encafuar.. sei la onde.. A logística é simplesmente diabólica!
Qualquer dia acordo com um braço a segurar os tenis e a minha prancha de bodyboard a fazer de cobertor...

>_>

domingo, 21 de outubro de 2007

A Garagem da Vizinha

Devido ao vasto número de stalkers, já não consigo manter este blog privado e sendo assim.. tenho que guardar os meus mais íntimos pensamentos no meu Moleskin preto, o meu mais íntimo refúgio, na segunda gaveta da minha secretária.

Fama..

.. não é tão inebriante?

Destacarmo-nos no nosso grupo de amigos, no dia a dia, ao conhecer novas pessoas. Cada um tem o seu cunho pessoal para atingir a fama. Seja sendo o líder natural do grupo, a pessoa com uma opinião válida e consciencializada, o boémio que com 2 copos de sangria salta para o grande palco, o engraçado sempre cheio de piadas "engraçadas", o aluado, o marrão, o problemático, o depressivo, o queimado, etc.

Tantas etiquetas, tantas e variadas personalidades, o que têm em comum?

Todos cultivam uma imagem. E sendo que nem todos procuram a aceitação e reconhecimento do grupo, querem ser reconhecidos pelo que se auto-definem, pelo que acreditam ser, pela sua individualidade.

E o que há pior do que não se destacar? What's worse than fadding into the grey?

Lutar pela individualidade, extravasar o que nos vai no âmago, senão.. seremos todos uns soldadinhos de chumbo em fila.. uma data de playmobils..

>_>

sábado, 13 de outubro de 2007

1º Post

No 1º post, ainda tou a aprender a mexer nisto e digo que estou a criar um novo blog cheio de coisas emocionantes e excitantes!


E que quero muito comentários!



Na verdade tou à espera é que ninguém dê com isto, não vou conseguir lidar com a fama!



Já agora, com quantos pontos de exclamação uma frase começa a ser irritante? >->



Parabéns a mim!



>->